Quase um ano depois de o Governo ter proibido a importação de miudezas e sobras de frango, como patinhas, moelas e asas, os produtos continuavam a fazer parte da dieta da maioria dos angolanos, que encontrava dificuldades para comprar um frango inteiro de 1.300 gramas, segundo constatação do OPAÍS.
A medida do Executivo, anunciada a 30 de Julho de 2025, visava proteger a produção nacional.
No sector avícola, os empresários locais enfrentavam dificuldades de vária ordem para dar resposta às necessidades internas, nomeadamente no acesso ao financiamento bancário, uma situação de que, segundo o presidente da Associação Nacional Avícola de Angola (ANAVI), Rui Santos, os importadores se tinham vindo a aproveitar.
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