Falhas na cadeia de valor e a paralisação do maior produtor nacional levaram o Governo a autorizar novamente a importação de cimento, proibida desde 2014. O episódio desperta sinais de alerta para outros sectores que se dizem autossuficientes, como bebidas, ovos e banana, cujos operadores destacam a necessidade de investimentos e formação para evitar retrocessos na produção.
Doze anos depois da proibição de importação do cimento, o Governo autorizou a entrada de 250 mil toneladas do produto, distribuídas em dois lotes.
O primeiro, de 150 mil toneladas, deverá chegar até 31 de Março, ao passo que o segundo, com 100 mil toneladas, deverá chegar até 30 de Junho, pela mão da Kileba – Logística (SU), Lda., a quem foi adjudicada a compra pelo Ministério da Indústria e Comércio.
O mercado, no entanto, já sentia os efeitos da escassez. Nos últimos cinco meses, o preço do saco de cimento disparou de 5.800 para 10 mil kwanzas, devido à paralisação da CIF, a maior produtora do país, e à falta de combustível no mercado.
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