A incongruência da UNITA consubstancia-se no facto de ser a mesma força política que hoje ataca um jovem que decidiu trilhar um caminho diferente, com a sua própria força política, e que, em 2022, o convidou a integrar a sua lista de deputados. Por outro lado, é igualmente a UNITA que se aproxima de figuras historicamente ligadas ao MPLA, como o general Pakas, e que chegou a apoiar a candidatura de Higino Carneiro. Todo este enredo permite vislumbrar uma única realidade: a UNITA está, de facto, melindrada com o crescimento exponencial de Luís de Castro e do seu partido político.
A UNITA já demonstrou não ser um partido com verdadeira vocação para governar. A prática recorrente de caça às bruxas e a falta de abertura ao debate de ideias divergentes revelam uma organização excessivamente voltada para o ataque pessoal e para o revanchismo político. Entretanto, do outro lado, vislumbra-se a postura serena de Luís de Castro, que opta por não responder a ataques, privilegiando o debate de ideias e a elevação do discurso político.
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