Chamavam-lhe kuata-kuata.
Não era guerra. Era caça.
Entravam pelas aldeias, levavam gente, vendiam corpos.
África sangrou séculos por causa disso — alimentada por interesses externos e pela cumplicidade de alguns dos seus próprios filhos.
Hoje, 2026…
não entram com armas.
Entram com acordos.
Segundo informações recentes, Uganda terá assinado com os Estados Unidos um acordo para receber africanos rejeitados no sistema de imigração americano.
Pessoas que não são ugandesas.
Pessoas que não têm nada a ver com aquele país.
Mas têm uma coisa que interessa ao Uganda:
têm preço.
Tal como na época do kuata-kuata, em que alguns líderes africanos capturavam e vendiam outros africanos aos europeus, hoje existem líderes dispostos a recebê-los…
não por solidariedade,
não por humanidade,
mas porque alguém pagou.
Isto é uma espécie de kuata-kuata inverso.
Porque antes o colono comprava ou levava à força.
Hoje, há quem aceite receber africanos deportados a força — mediante pagamento.
E depois perguntamos:
por que é que África não se impõe?
por que é que não conquista o seu lugar no mundo?
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