O Programa de Privatizações (PROPRIV) de Angola para o período 2023-2026 passa por alguns ajustes, encurtando em várias de dezenas a lista de ativos a privatizar este ano. Enquanto a TAAG se mantém, os planos para a Sonangol ficam adiados.
De acordo com um Decreto Presidencial (n.º 36/26) consultado pelo Jornal Económico (JE), mantêm-se no plano estatal a Angola Telecom, a Endiama e a Unitel, através de uma Oferta Pública Inicial (OPI) na bolsa angolana, e da TAAG, via Concurso Limitado por Prévia Qualificação (CLPQ), bem como a Nova Cimangola, a SBA, a TAAG, a ZEE, a Unitel, o Grupo Medianova e a TV Zimbo e o BCA.
Além da Sonangol, ficam excluídas as empresas Multitel, a MS Telecomunicações, a NAIL (Aeroporto Internacional António Agostinho Neto – AIAAN), a SGA, a TV Cabo Angola, além de oito participadas e ativos da Sonangol, entre as quais a ENCO e o Hotel Miramar, e ainda unidades industriais da zona económica especial, entre outros ativos dos setores dos transportes, pescas, agro-indústria, financeiro, telecomunicações.
Na hotelaria e turismo, constam igualmente da lista de empresas/ativos a privatizar em 2026 30 unidades hoteleiras das redes UI e IKA, em várias províncias do país, segundo o decreto assinado pelo Presidente da República, João Lourenço, em 19 de fevereiro.
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